O Centro Universitário Alfredo Nasser (UNIFAN), realizou nesta quarta-feira (14/10) uma mesa-redonda com o tema “O acesso à Justiça”, como parte da programação do 15º Pesquisar – Congresso Interdisciplinar de Pesquisa Científica. O encontro ocorreu no auditório da instituição e foi transmitido ao vivo pelos canais do evento no YouTube e no Instagram.
A atividade reuniu profissionais e convidados de diferentes instituições para discutir os desafios que envolvem o acesso à Justiça no Brasil. A maioria das convidadas da mesa foi composta por mulheres, em alusão à Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, que, nesta edição, destaca o protagonismo feminino com o tema “Ciência Delas”.
Participaram da discussão Marília Cristiane da Mota, do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (CEJUSC); Juliana de Paula Resende e Danilo Borges Garcia Carvalho, da Secretaria de Estado da Infraestrutura (SEINFRA); Sarah Adriela Lopes Ribeiro Justo, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Subseção de Aparecida de Goiânia; Márcio do Nascimento, do Ministério Público de Goiás (MPGO); e Margareth de Freitas Silva, da Escola Superior de Advocacia de Goiás (ESA/GO). A mediação ficou sob responsabilidade da professora da Unifan Fernanda Martins Albuquerque.
Durante o debate, Marília Cristiane da Mota destacou a importância de garantir que todo cidadão conheça seus direitos e saiba como acessar os serviços da Justiça nas diferentes etapas da vida. Segundo ela, esse conhecimento é necessário desde o registro de nascimento e o casamento até a aquisição de bens e a realização de partilhas patrimoniais.
“Temos várias barreiras, desde a linguagem, tecnológicas, barreiras econômicas e sociais. As pessoas precisam saber que o CEJUSC é a porta de entrada da Justiça e facilita a vida por meio da mediação e conciliação”, afirmou Marília.
A fala ressaltou o papel dos Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania na busca por alternativas para a resolução de conflitos. Por meio da mediação e da conciliação, esses serviços permitem que as partes encontrem soluções consensuais, contribuindo para tornar o atendimento mais acessível e, em determinadas situações, evitar a necessidade de um processo judicial tradicional.
Sarah Adriela Lopes Ribeiro Justo da OAB – Aparecida, também ressaltou a importância de momentos com esse do network, a visibilização do estudante para o mercado de trabalho, “só assim é possível
Além da mesa-redonda, a programação do 15º Pesquisar contou com apresentações de trabalhos científicos, Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs) e oficinas realizadas simultaneamente. As atividades reuniram estudantes, professores e profissionais em torno da produção e do compartilhamento de conhecimentos.
O congresso integra as iniciativas acadêmicas da UNIFAN voltadas ao incentivo à pesquisa científica, à formação universitária e ao debate interdisciplinar sobre temas de relevância social.
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