
Alunos do primeiro período do curso de Direito realizam prática curricular de extensão no MOCCA 2026
15/04/2026A inteligência artificial tem se tornado uma aliada poderosa no ensino na área da saúde, especialmente por integrar teoria e prática de forma mais dinâmica, personalizada e eficiente. Pensando nisso, os professores dos cursos de Saúde do Centro Universitário Alfredo Nasser participaram no dia 26 de março de uma capacitação sobre o uso de Inteligência Artificial (IA) como ferramenta de auxílio para os projetos programáticos de aulas.
O consultor Paulo Ernane, CEO de uma empresa que faz treinamento e implantação de sistemas com Inteligência Artificial em empresas, afirmou que a IA tende a gerar produtividade nas empresas. “O treinamento voltado para a parte prática do ensino do corpo docente visa diminuir o tempo de preparo das aulas com maior qualidade otimizando o tempo”.
Várias ferramentas que utilizam Inteligência artificial foram apresentadas aos professores, que possibilitam a criação de materiais mais interativos e adaptados ao nível de cada aluno, uma vez que, plataformas inteligentes conseguem identificar dificuldades específicas e sugerir conteúdos complementares, como resumos, quizzes e simulações clínicas.
IA no Ensino Superior
As ferramentas de IA generativa auxiliam na elaboração de planos de aula, estudos de caso e até na atualização constante de conteúdos com base em evidências científicas recentes, algo essencial em áreas como Medicina, Enfermagem e Fisioterapia.
Já nas aulas práticas, a contribuição é ainda mais inovadora. Simuladores com IA permitem que os estudantes treinem procedimentos clínicos em ambientes virtuais realistas, reduzindo riscos antes do contato com pacientes reais. Tecnologias como realidade virtual e aumentada, aliadas à IA, possibilitam a simulação de cirurgias, atendimentos de emergência e diagnósticos complexos. Além disso, a IA pode analisar o desempenho dos alunos durante essas práticas, oferecendo feedback imediato e personalizado, o que acelera o aprendizado e melhora a tomada de decisão clínica.
Outro ponto importante é o apoio na avaliação. Sistemas inteligentes conseguem corrigir atividades, acompanhar a evolução dos estudantes e identificar lacunas no aprendizado, permitindo que o professor atue de forma mais estratégica. Com isso, o docente deixa de ser apenas transmissor de conteúdo e passa a atuar como mediador do conhecimento, focando mais no desenvolvimento de habilidades críticas, éticas e humanas, fundamentais na área da saúde.
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