O Centro Universitário Alfredo Nasser, por meio do curso de Medicina, passa a integrar oficialmente a Federação Internacional de Associações de Estudantes de Medicina do Brasil (IFMSA Brazil). A conquista amplia as oportunidades acadêmicas, formativas e de atuação social para os estudantes da Unifan.
Com a criação da IFMSA Brazil UNIFAN, os acadêmicos passam a integrar uma rede nacional e internacional que promove capacitações, projetos comunitários, participação em Assembleias Gerais e intercâmbios clínicos e de pesquisa, proporcionando vivências além da sala de aula e contato com diferentes realidades da saúde.

A IFMSA Brazil (Federação Internacional das Associações de Estudantes de Medicina do Brazil, traduzida para Federação Internacional das Associações de Estudantes de Medicina do Brasil) foi fundada em 1991 na Universidade Estadual de Londrina. Atualmente está presente em mais de 200 escolas médicas em todas as regiões brasileiras e atua em diversos eixos incluindo humanização, ciência e produção científica, promoção de saúde, educação médica, intercâmbios, representatividade estudantil, treinamentos e vários outros.
A IFMSA é a maior organização estudantil do planeta. Com mais de 1 milhão de estudantes de medicina em 129 países, tem sua visão e valores propagados por diversas Organizações Nacionais de Membros, incluindo a IFMSA Brazil, que foi a primeira associação filiada à IFMSA na América Latina.
A fundação de um comitê da IFMSA Brazil no Centro Universitário Alfredo Nasser aconteceu a partir da mobilização e do protagonismo dos próprios estudantes, tendo à frente a acadêmica do sétimo período do curso de Medicina, Anna Giullya Gonçalves do Amaral Ambrósio, com o apoio da Coordenação de Medicina, Pró-reitoria Acadêmica e do próprio reitor, Professor Alcides Ribeiro Filho, que viabilizaram a filiação à maior organização estudantil de Medicina do mundo.
Anna Giullya representou a Unifan na 64ª Assembleia Geral da IFMSA Brazil, ocorrida de 30 de abril a 3 de maio de 2026 em Fortaleza, Ceará.
“Foi uma oportunidade muito importante porque não se tratava apenas de representar a nossa faculdade, mas de apresentar o projeto de criação de um novo comitê dentro de uma organização estudantil de grande dimensão nacional e internacional”, explica a acadêmica da Unifan.

O Comitê Organizador Aspirante para a fundação do Comitê Local da IFMSA Brazil na Unifan foi formado por Cleidiane Vasconcelos, Hellem Victória, Kauã Keiber, Maria Cecyllia Perinelli, Melissa Nunes, Rebeca Sganzerla, Sâmella Medeiros e Alyson Mergulhão.
Durante a Assembleia, além de apresentar o projeto de filiação da Unifan à IFMSA Brazil, Anna Giullya participou de uma atividade chamada “Conexões que Cuidam: promoção do bem-estar integral na melhor idade”. A iniciativa foi realizada em uma instituição para idosos e envolveu diferentes ações, como roda de conversa, jogos cognitivos e atividades físicas.

A proposta era mostrar, na prática, que o comitê poderia desenvolver projetos alinhados aos princípios da IFMSA Brazil, aproximando os estudantes da comunidade e trabalhando questões de saúde de uma maneira integral.
“Participar da 64ª Assembleia Geral foi incrível porque tive a oportunidade de conhecer de perto uma organização tão grandiosa como a IFMSA e entender a dimensão do impacto que ela pode gerar na formação médica e na sociedade.
Ao mesmo tempo, voltar para a Unifan sabendo que agora somos oficialmente um Comitê Local da IFMSA Brazil traz uma responsabilidade muito grande. Nós tivemos apoio da instituição, construímos uma equipe, desenvolvemos um projeto e conseguimos alcançar esse credenciamento. Agora precisamos transformar essa conquista em ações concretas.
Espero que o comitê possa se tornar um espaço de crescimento para os estudantes, de incentivo à liderança, à pesquisa, à extensão, à educação médica e ao compromisso com a comunidade.
Mais do que trazer o nome da IFMSA Brazil para a UNIFAN, queremos trazer oportunidades. Oportunidades para que os estudantes possam sair da graduação não apenas como bons profissionais tecnicamente, mas também como médicos mais humanos, conscientes, preparados para liderar e capazes de transformar a realidade em que estão inseridos”, conclui a acadêmica.
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